terça-feira, 7 de abril de 2015

ATIVIDADE 4 - DESENVOLVENDO, REGISTRANDO E AVALIANDO A SUA PRÁTICA.
1º MOMENTO
 Planejar uma atividade utilizando tecnologias digitais requer tempo e desprendimento. Tempo porque é necessário que, para que possamos utilizar o potencial de um recurso tecnológico, além de dominar o conteúdo a ser ensinado temos que conhecer as possibilidades que este recurso oferece. Desprendimento porque temos que nos lançar a novas práticas pedagógicas.
Para isso, foi necessário que a equipe promovesse um encontro presencial onde primeiramente conhecemos os objetivos, o conteúdo, a metodologia e as práticas pedagógicas elencadas para este trabalho.
 Surgiram então algumas ideias do uso das tecnologias educacionais para auxiliar nos processos de aprendizagem não somente como suporte para desenvolvimento das atividades, mas sim para criar a possibilidade de alunos e professores experimentarem as oportunidades que as tecnologias oferecem para explorar, questionar, cooperar, construir e participar ativamente do processo de ensino e aprendizagem.
PodCast, produção de vídeo, apresentação de slides, gravação de áudio com enriquecimento de imagens.
O bom funcionamento e o número adequado de equipamentos necessários para o desenvolvimento das atividades que envolvem tecnologias é fundamental. A aplicação desta atividade demonstrou que é necessário mais do que boa vontade do professor em planejar uma atividade que envolva as tecnologias digitais; se a escola não possui computadores e internet que estejam funcionando adequadamente, ou se a máquina digital da escola não está acessível ou mesmo não possui um único datashow, o professor se sentirá desmotivado a se aventurar em novas práticas pedagógicas que contemplem estes recursos.
Em nosso caso a maior dificuldade foi o acesso à internet para facilitar a pesquisa na construção do roteiro. O laboratório de informática estava à disposição de curso de informática do Pronatec estando livre somente nas sextas-feiras. A professora de Português, autora do projeto e cursista, tem aula com as turmas do 2º ano 04 e 05 na segunda, terça e quarta feira, dificultando o acesso ao laboratório. A solução partiu dos próprios alunos com acesso à internet através de seus celulares.
A professora disponibilizou bibliografia extra de seu acervo particular, complementando com obras da biblioteca da escola.
Outro complicador foram as situações de ordem administrativa, naturais de um inicio de ano escolar, organização das turmas, definição de horário, desdobramento de turmas, situações que envolveram a professora em questão e complicaram o desenvolvimento da execução do projeto, adiando e atrasando o cronograma.
Resolvidas estas questões, basta orientar os alunos no desenvolvimento final da atividade e no uso da ferramenta digital. A partir deste momento os alunos são os grandes protagonistas.
Foi incrível ver como a tecnologia colabora para uma aprendizagem autônoma e cheia de significados para o aluno. As turmas demonstraram ter uma relação muito natural com as tecnologias, própria dos nativos digitais. Em poucos momentos foi necessária a orientação dos professores para o uso da ferramenta. A intervenção dos professores foi justamente nas questões relacionadas à disciplina de Língua Portuguesa onde os alunos questionaram sentido de palavras, estrutura do gênero que estavam escrevendo, pontuação, entre outros.
A experiência da construção da aprendizagem da literatura – o Romantismo – tema escolhido, através da tecnologia, foi uma nova maneira de organizar e mediar situações de aprendizagem, dando-nos a certeza de que, um trabalho bem planejado, com objetivos claros e muita criatividade torna possível criar possibilidades e uma aprendizagem colaborativa que incentive a cooperação entre os alunos e professores, contribuindo para a construção do conhecimento em rede. A conclusão de que o uso das TDICs foi uma excelente ideia para demonstrar que as tecnologias podem se tornar indispensáveis e integradas nas práticas pedagógicas.
O projeto demonstrou a real possibilidade de implementação das TDICs como elementos fundamentais na aprendizagem, todas as alternativas são facilitadoras da ação pedagógica, cabe ao professor acreditar e construir sua prática didática pedagógica voltada a essa implementação.


ATIVIDADE 05- SOCIALIZAÇÃO DA EXPERIÊNCIA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL
TURMA: PLAC 02- PLANO DE AÇÃO COLETIVA
TUTORA: Vanice  Vitali
ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA NOSSA SENHORA DOS PRAZERES
Cursistas: Adelci Folquin i Alberton
                  Silvana Maria dos Santos
                   Silvia Mª Piccoli  Bitencourt
DATA: 07.04.2015
ATIVIDADE 05- SOCIALIZAÇÃO DA EXPERIÊNCIA
A socialização de experiências implica novas formas de interação que vão além da sala de aula. Aprender em rede torna o aluno autor do seu conhecimento e ao compartilhar esta produção ele possibilita coautorias, mas  como Levy citou em 2000 “[...]entre a velocidade e a multiplicidade tecnológica e sociais e o ritmo das mudanças educacionais.
Podemos afirmar que, embora tenha se desenvolvido projetos com o uso das tecnologias, percebemos algumas dificuldades como, o tempo limitado para o desenvolvimento do projeto. O acesso à internet na sala de aula e no laboratório restrito devido a outras turmas estarem utilizando.
O projeto propiciou novas aprendizagens em diferentes lugares.  A interatividade e o compartilhamento ampliam a aprendizagem.
Ao utilizarmos as mídias sociais como espaço de pesquisa e aprendizagem colaborativa  estamos  abrindo um leque  de possibilidades para uma aprendizagem cooperativa, uma educação não linear, proporcionando uma prática mais reflexiva , inovadora, transformando  espaços tradicionais em espaços em rede.
Planejar uma atividade utilizando tecnologias digitais requer tempo e desprendimento. Tempo porque é necessário que, para que possamos utilizar o potencial de um recurso tecnológico, além de dominar o conteúdo a ser ensinado temos que conhecer as possibilidades que este recurso oferece. Desprendimento porque temos que nos lançar a novas práticas pedagógicas.
Para isso, foi necessário que a equipe promovesse um encontro presencial onde primeiramente conhecemos os objetivos, o conteúdo, a metodologia e as práticas pedagógicas elencadas para este trabalho.
Surgiram então algumas ideias do uso das tecnologias educacionais para auxiliar nos processos de aprendizagem não somente como suporte para desenvolvimento das atividades, mas sim para criar a possibilidade de alunos e professores experimentarem as oportunidades que as tecnologias oferecem para explorar, questionar, cooperar, construir e participar ativamente do processo de ensino e aprendizagem.  PodCast, produção de vídeo, apresentação de slides, gravação de áudio com enriquecimento de imagens.
O bom funcionamento e o número adequado de equipamentos necessários para o desenvolvimento das atividades que envolvem tecnologias é fundamental. A aplicação desta atividade demonstrou que é necessário mais do que boa vontade do professor em planejar uma atividade que envolva as tecnologias digitais; se a escola não possui computadores e internet que estejam funcionando adequadamente, ou se a máquina digital da escola não está acessível ou mesmo não possui um único datashow, o professor se sentirá desmotivado a se aventurar em novas práticas pedagógicas que contemplem estes recursos.
Em nosso caso a maior dificuldade foi o acesso à internet para facilitar a pesquisa na construção do roteiro. O laboratório de informática estava à disposição de curso de informática do Pronatec estando livre somente nas sextas-feiras. A professora de Português, autora do projeto e cursista, tem aula com as turmas do 2º ano 04 e 05 na segunda, terça e quarta feira, dificultando o acesso ao laboratório. A solução partiu dos próprios alunos com acesso à internet através de seus celulares.
A professora disponibilizou bibliografia extra de seu acervo particular, complementando com obras da biblioteca da escola.
Outros complicadores foram às situações de ordem administrativa, naturais de um inicio de ano escolar, organização das turmas, definição de horário, desdobramento de turmas, situações que envolveram a professora em questão e complicaram o desenvolvimento da execução do projeto, adiando e atrasando o cronograma.
Resolvidas estas questões, basta orientar os alunos no desenvolvimento final da atividade e no uso da ferramenta digital. A partir deste momento os alunos são os grandes protagonistas.
Foi incrível ver como a tecnologia colabora para uma aprendizagem autônoma e cheia de significados para o aluno. As turmas demonstraram ter uma relação muito natural com as tecnologias, própria dos nativos digitais. Em poucos momentos foi necessária a orientação dos professores para o uso da ferramenta. A intervenção dos professores foi justamente nas questões relacionadas à disciplina de Língua Portuguesa onde os alunos questionaram sentido de palavras, estrutura do gênero que estavam escrevendo, pontuação, entre outros.
A experiência da construção da aprendizagem da literatura – o Romantismo – tema escolhido, através da tecnologia, foi uma nova maneira de organizar e mediar situações de aprendizagem, dando-nos a certeza de que, um trabalho bem planejado, com objetivos claros e muita criatividade torna possível criar possibilidades e uma aprendizagem colaborativa que incentive a cooperação entre os alunos e professores, contribuindo para a construção do conhecimento em rede. A conclusão de que o uso das TDICs foi uma excelente ideia para demonstrar que as tecnologias podem se tornar indispensáveis e integradas nas práticas pedagógicas.
O projeto demonstrou a real possibilidade de implementação das TDICs como elementos fundamentais na aprendizagem, todas as alternativas são facilitadoras da ação pedagógica, cabe ao professor acreditar e construir sua prática didática pedagógica voltada a essa implementação

Referências

LÉVY, P. Cibercultura. 2. ed. São Paulo: Editora 34, 2000.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014


UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL

PLAC 2 PLANO DE AÇÃO COLETIVO
Prof.ª GABRIELA NÓBREGA RESES
TUTORA: TUTORA: VANICE PIZZOLOTTO VITALI
LOCAL DE REALIZAÇÃO: UFSC
MÓDULO: PLAC 2 - PLANO DE
AÇÃO COLETIVA



CURSISTAS:
ADELCI ALBERTON   
JUSSARA CARVALHO PEREIRA
SILVIA BITENCOURT 
SILVANA SANTOS


ATIVIDADE 1: AMPLIANDO NOSSOS REPERTÓRIOS DE APRENDIZAGEM EM REDE


PRODUZINDO LITERATURA ATRAVÉS DAS REDES SOCIAIS: FACEBOOK 

http://www.youblisher.com/p/1043530-PRODUZINDO-LITERATURA-ATRAVES-DAS-REDES-SOCIAIS-FACEBOOK/

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

COMO APRENDO

Adicionar legenda

O processo de aprendizagem através de palavras chaves.
Autora: Prof.ª Silvana Santos

domingo, 19 de outubro de 2014

O POTENCIAL DAS TDICS

 O POTENCIAL DAS TDICS



ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO NA CULTURA DIGITAL
TURMAS
NÚCLEO DE BASE 1
TURMA 02 - PROF.ª DULCE MÁRCIA CRUZ



sábado, 18 de outubro de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ações na EEB Nossa Senhora dos Prazeres

PROJETO COMPOSTAGEM


Aula de Literatura no Laboratório de Informática
PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO






PROJETO DO 4º ANO DE MAGISTÉRIO: ENCANTANDO NA NOITE DO PIJAMA - COMEMORAÇÃO PARA O DIA DAS CRIANÇAS